terça-feira, 19 de setembro de 2017

Um novo estratagema velhaco


Para que não fossem acusados de favorecer um partido mais que outro, a TV encontrou uma solução ardilosa, misturando no mesmo painel informativo a CDU de forte expressão autárquica, com o Bloco que é um grão de areia no Poder Local.

Ver Jerónimo de Sousa a ser entrevistado e sem quebra de imagem surgirem bandeiras bloquistas, não é trabalho ingénuo, é ratonice rasteira, armadilha que baralha os menos atentos.

HOJE COMO ONTEM

“Os jornais apareceram para nos dizer a verdade, e hoje existem para impedir que a verdade seja dita.
(G. K. Chesterton, 1917)

sábado, 16 de setembro de 2017

LUISÃO e a CDU





 

ALMAS GÉMEAS


Não saíram da Ressonância Magnética muito menos dos Raios X, mas do olhar de Fernando Campos. Meia-dúzia de traços e aí os temos sem rebuços.

Volkswagen rejeita hipótese de deslocalizar produção da Autoeuropa

«Esta quinta-feira teve lugar a segunda reunião entre a Comissão Sindical da Autoeuropa e a direção do SITE-Sul e representantes da administração da Volkswagen Autoeuropa. Foi reafirmada a posição dos trabalhadores quanto aos horários e propostos novos investimentos, nomeadamente para ampliação das instalações.»

O Louçã e o Walesa da Moita estão em sintonia, o que sempre acontece quando os bons espíritos se encontram. O consultor do BdP, desde sempre defensor da classe operária, salta de espadachim em riste, ‘quem é mais amigo do meu amigo se não eu’ em defesa do bom nome do homem escolhido pela direção da VW de Palmela para coordenar a Comissão de Trabalhadores.

Não é uma defesa, é mais do que uma louvação ao Chora «(aqui)


«e investimentos previstos nas carroçarias e pintura»

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

TERRORISMO DE CLASSE

Andar de metropolitano em Londres está a tornar-se numa roleta-russa e esta intranquilidade é um rolo de pressão a que poucos escapam.
 

A questão colocada é clara e simples:
Por que razão os terroristas escolhem lugares públicos como alvo?

Se se querem afirmar ou pretendem que os media façam alarde dos seus crimes, não creio que um jantar de gala ou uma alta individualidade ou quiçá um banqueiro de renome, fossem menos mediáticos que as comuns chacinas de centenas de zés-ninguém apanhados a caminho do trabalho.

Os terroristas preferem o povo anónimo para que não fiquem na história como algozes de um qualquer Soros ou Rothschild.


OU SERÁ QUALQUER OUTRA RAZÃO QUE NOS ESCAPA?